Assessoria

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  • Conselho 24: Pensamento Circular

  • É fundamental conhecer aqueles que contigo competem e para isso é necessário tentar saber como pensam. Normalmente, as pessoas tendem a repetir aqueles comportamentos que lhe trouxeram bons resultados e só os alteram quando algo corre menos bem. Utiliza esta informação para teu próprio proveito. Pensa nos movimentos que provavelmente farão os restantes concorrentes antes de avançares com o teu. Lembra-te que o sucesso da tua empresa não depende apenas de ti, mas também dos passos que os teus concorrentes dão… isto é assim nesta simulação e também na vida real.

  • Conselho 23: empréstimos no final de uma fase

  • Os empréstimos podem ser pedidos em qualquer ano, e, obviamente, no último ano de uma fase. Contudo, o custo financeiro que entra na conta de perdas e ganhos, é produzido no mesmo ano em que é solicitado.

     

  • Conselho 22: Empréstimos – Inversões Financeiras

  • Pedir um empréstimo sem necessitar de dinheiro é pelo menos um absurdo. O dinheiro faz falta quando a tesouraria, o capital, não é suficiente para abordar um plano. O simulador vê o teu plano e sabe qual o dinheiro que te faz falta para o desenvolver, apartado 22, pág. 22 do cenário.

    Se não tens tesouraria suficiente, o simulador vai te pedir o empréstimo necessário para fazeres o plano.

    Se tens tesouraria em excesso, saberás se calculares a TON, podes fazer uma inversão financeira.

    A inversão é por um ano, o ano em que a fazes. Quanto aos benefícios, vais recebê-los no mesmo ano, em 31 de dezembro e o capital (o que inverteste), recuperas no dia 01 de janeiro.

    Se tiveres problemas de tesouraria, a inversão será cancelada. Apartado 24, pág. 24 do Cenário.

    Se pretenderes fazer nova inversão financeira o ano seguinte ao que fizeste anteriormente, deverás volta a decidir, e introduzir de novo a quantidade no simulador.

    Por outro lado, esta é a visão correta, as empresas podem pedir um empréstimo (muitas vezes é utilizado o termo “alavancagem”) para se fazerem planos mais ambiciosos e com esses financiamentos (financiamento externo) chegar mais longe. É utilizada uma forma de alavanca que os leva mais longe. Mas em qualquer caso, a TON é que nos dirá quanto dinheiro necessitamos e se é necessário fazer uma alavancagem.

  • Conselho 21: O custo dos inventários

  • Ter inventários (ou stocks) acarreta custos não só pelas despesas de mantimento que pressupõe como pelas implicações financeiras que envolve.  Se tenho um stock de mercadoria no valor de 1 milhão de euros isso quer dizer que em vez de ter esse valor em dinheiro ou numa conta bancária o tenho em bens. Esta situação pode me gerar problemas de liquidez principalmente se o stock de mercadoria não vendida for muito grande.

    Para que se gere valor é necessário que o fluxo de vendas seja mais ou menos contínuo. As empresas convertem mercadoria em dinheiro que depois é reinvestido na empresa e assim sucessivamente. Se este ciclo começa a atrasar-se ou se pará, os problemas financeiros começam a chegar à empresa.

    Vigia os teus stocks e trata de os minimizar. Normalmente os stocks escondem problemas de gestão da empresa que podem acabar por prejudicar seriamente os resultados da mesma.

     

     

  • Conselho 20: A rutura de stocks

  • Pode se morrer do êxito? Sim, claro.

    Quando a tua empresa entra em rutura de stock significa que a tua produção é inferior à procura do teu produto. Isto leva a que o cliente que foi procurar o teu produto, como não o encontrou disponível, o tenha ido comprar à concorrência.

    Ora isto tem implicações graves:

    Por um lado demonstra que o investimento feito em publicidade poderá ter sido excessivo, tendo a empresa com isso gerado mais procura do que aquela que consegue cobrir com a atual produção dos produtos. Além disso, isto fez com que os teus potenciais clientes, ao não encontrarem disponíveis os teus produtos, se tenham interessado pelos produtos da concorrência. Ora, é possível que futuramente esses teus potenciais clientes, desiludidos uma vez, vão diretamente procurar o produto à concorrência que os conseguiu satisfazer.

    Planeia bem a tua produção e o teu plano comercial (com um investimento adequado em publicidade). Os erros pagam-se, e bem caro!

     

  • Conselho 19: Procura

  • O número de unidades vendidas não tem que coincidir com o de unidades relativas à procura. Há dois casos em que não se dá essa coincidência: o primeiro é quando a produção da empresa é menor do que a procura (ruptura de stocks), e  o segundo é quando, pelo contrário, a empresa tem excesso de produção que lhe irá permitir dar resposta à procura a que outras empresas não consigam dar resposta. Assim, a comparação entre estes dois números é informação do mais alto interesse para as empresas participantes.

    O comportamento do mercado é tal que tenta satisfazer toda a procura gerada pelas empresas. Muitas vezes, para o conseguir, presta auxílio a empresas cuja produção excede a sua própria procura.

     

  • Conselho 18: o segredo para que a tua empresa melhore

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    Como melhorar os resultados? É tão fácil como ver o que fez a empresa que obteve os melhores resultados. E melhor ainda, o que fizeram todas e que resultados tiveram. Mas apesar de tudo estuda quem o faz bem.

    Se fizeres o mesmo, inclusivamente com melhorias, podes ter resultados parecidos. Para saber mais continua a ler…

    Há estratégias que podem funcionar melhor do que outras. Se a tua não conseguiu os frutos esperados,  tens que observar outras empresas, as que estão a funcionar bem. Sobretudo, observa a que obteve melhores resultados.

    No que estás a viver, a experiência, produz-se o princípio da interferência, por isso, o que uma empresa faz, afeta as outras todas. Isto quer dizer que as 5 empresas que estão num mercado e que fazem exatamente o mesmo, terão todas os mesmos resultados.

    Há que considerar também que com condutas e planos iguais, produzem-se os mesmos resultados. Daqui nasce a expressão “se algo funciona não o mudes”. E se algo não funciona altera-o guiando-te pelo que funciona.

    Portanto, a recomendação que damos, é ver o que funciona e utilizá-lo. Isto é analisar e sacar conclusões.

    Como é que o podes ver? Com os estudos, com as investigações de mercado. Dizem-te tudo o que fizeram os teus concorrentes e os resultados que alcançaram.

  • Conselho 17: Comunicação e Publicidade

  • Ao fazer um plano de comunicação temos que tomar várias decisões que se baseiam em 3 questões essenciais:

    — A quem deve chegar o meu plano? Falamos portanto da “abrangência” do plano: que é a diferença do número de pessoas a quem o meu plano chega sobre o número de pessoas a quem deveria chegar.

    — A quantos chego? Falamos da “pressão“, do impacto (contactos) que tenho sobre aqueles a quem cheguei.

    — Como chego? Falamos aqui da campanha (a criatividade), da mensagem que transmito e que me posicionará no mercado de acordo com a percepção que terão da minha marca.

    Há um factor essencial na questão “A quantos chego?” pque é o aumento do esforço financeiro, quantificado com base numa “lei”, a dos Rendimentos Decrescentes. Segundo os Rendimentos Decrescentes quando se vai aumentando os esforços em algo, a resposta vai sendo menor.

    Por exemplo: A minha empresa faz um investimento de 100€ em publicidade e com isso obtenho vendas de 200€. Então decido aumentar o investimento em publicidade para 200€ e as vendas sobem para 300€… e não para 400€. Duplicamos o investimento feito mas o rendimento (a resposta) não duplicou! Como vês o rendimento é decrescente em relação ao esforço realizado.

    Esta lei verifica-se na publicidade e em muitas outras coisas da economia e gestão empresarial. O importante é perceber a partir de que momento é que o rendimento começa a ser decrescente… a partir de que quantidade é que começamos a ser ineficientes.

     

  • Conselho 16: Promoções de Vendas

  • As promoções servem para três coisas:

    1. Incidir sobre um ou mais concorrentes tirando-lhes vendas;

    2. Penetrar num mercado, canal…

    3. Escoar stocks que afetam negativamente a tesouraria.

    Cada promoção de vendas tem a duração de 3 semanas. As leis comerciais da maior parte dos países ocidentais impedem que uma promoção delimite um número de unidades afetadas, por isso, no simulador faz-se o correto que passa por uma delimitação por tempo.

    Se uma empresa está mal posicionada, mal percebida, entre o 5,0 e o 0,5 do mapa, a promoção geralmente não funciona.

    No consumo em massa, geralmente perde-se dinheiro uma vez que a margem unitária é muito pequena. É uma faca de dois gumes, se as vendas sobem na promoção pode ocorrer muita perda, portanto, utiliza-a com prudência e quando pretenderes cumprir um dos três objetivos.

    Há promoções mais atrativas do que outras e lembra-te, há que limitá-la. A limitação é por tempo, tal como diz o código comercial.

  • Conselho 15: Lei dos rendimentos decrescentes na rede de vendas

  • Esta “lei” diz-nos, e está empiricamente comprovado, que quando aumentas os esforços em algo, chega o momento em que o resultado é menor. Na publicidade também acontece isso, uma vez que chega a um momento em que o aumento do investimento, o impacto que tem, gera um crescimento menos nas vendas. Portanto, é preferível parar.

    Com a força das vendas, os vendedores, chega-se à máxima expressão da lei dos rendimentos decrescentes, uma espécie de “paradoxo”,  segundo o qual, por mais que aumentes. não se consegue nada mais. Por outras palavras, há um número máximo de vendedores que podem atuar numa zona. Mais vendedores para além destes, não fazem nada, unicamente incrementam os teus gastos.

     

  • Conselho 14: Vendedores

  • Quanto mais um vendedor, tmbém chamado comercial, maior será a capacidade que a empresa terá para atrair os melhores, Os vendedores são o som de alma sda empresa. Se tens um produto maravilhoso, e fazes dele um filme, mas os teus colegas são maus…apaga e esquece-o :)

    O muito importante o salário fixo, mais que o variável. Compara com as empresas que competem contigo, Estúdio 14.c Se optares por uma distribuição comercial com retalhistas, já não tens que resolver este problema.

     

  • Conselho 12: Finanças e produção

  • Quando uma empresa produz algo tem um custo (custos com pessoa e/o matérias primas e/ou energia e/ou capital … dedicados a produzi-lo). Onde se reflecte esse custo de produção nos instrumentos de controlo? Reflecte-se no activo do balanço pois é algo que a empresa possui.

    O valor do produto sai do activo quando o produto se vende, sendo então registado na Demonstração de Resultados. Enquanto não é vendido permanece no activo .

    Uma regra de mnemónica: quando se produz algo está-se a transformar dinheiro em produto. É um processo de transformação e nele não há perdas ou ganhos e portanto não pode ser registado na Demonstração de Resultados. Mas quando é vendido é quando se regista a perda ou ganho (espera-se que a segunda se não é mau sinal). Se só houver transformação, mantém-se no activo. As quantidades não vendidas e o seu custo de produção mantêm-se no activo, enquanto as vendidas passam para a Demonstração de resultados.

    Todos na nossa vida temos um Balanço e uma Demonstração de Resultados (mesmo que não nos demos conta disso). Se compras uma mota por 200 euros, transformas dinheiro em mota e esta torna-se parte do teu activo (é algo que possuis). No ano em que a vendes por 100 euros sai do activo (deixas de a possuir) e na conta de resultados terás de registar uma venda por 100 euros e custo de 200 euros, donde resulta uma perda de 100 euros.

     

  • Conselho 11: Os instrumentos de controlo

  • Há dois tipos de ferramentas de controlo: contabilísticos e de mercado.

    Os contabilísticos são os que nos dizem como está a empresa e são três:

    1. O Balanço: Com o activo (o que a empresa possui) e o Passivo (o que a empresa deve).  O lado direito do Balanço é constituído pelo Passivo e Situação Líquida. A Situação Líquida é composta pelo Capital Resultados. Considera-se que a Situação Líquida está no Balanço do mesmo lado do Passivo porque tal como o passivo que é constituído por dívidas estes são valores devidos aos sócios.
    2. A Demonstração de Proveitos e Ganhos, normalmente designada de Demonstração de Resultados. É constituída por três tipos de resultados: resultados operacionais (resultante da actividade operacional da empresa), os resultados financeiros (resultante de juros pagos e recebidos) e resultados extraordinários (resultante de actividades não “normais da empresa”, como por exemplo a venda de uma fotocopiadora por uma empresa que vende pizzas).
    3. Mapa de cash-flows: também denominados de fluxos de caixa, registam os pagamentos e recebimentos. Estes fluxos reflectem-se também no Balanço nas rubricas de Caixa ou Bancos.

    Os instrumentos de mercado, são constituídos por estudos de mercado, os quais fornecem informação necessária para actuar. O simulador disponibiliza vários estudos distintos, suficientes para actuar no mercado.

    Nestes instrumentos de controlo encontra-se tudo o que é necessário nos vários âmbitos da empresa: finanças, produção, recursos humanos e comercialização.

     

  • Conselho 10: Segmentos de Mercado e Posicionamento

  • Tal como nos diz o Cenário, há três segmentos de mercado, três grupos de potenciais compradores, que correspondem aos seus gostos em relação aos produtos.

    Estes segmentos não são estanques, é dizer, não necessariamente a uma pessoa que gostaria de uma marca percebida como “X” não comprará uma marca percebida com o”Y”. Porquê? Porque há outros fatores que influenciam, como o preço, a intensidade da comunicação…

    Um exemplo: sou de um segmento de mercado em que gostam dos automóveis todo o terreno. Mas não compro um porque não existe um concessionário próximo, porque são caros,…

    Os segmentos não são estanques, são permeáveis e não há igualdade entre pessoas de um segmento e vendas.

    A única coisa que me posiciona é a campanha de publicidade que decides. Se não fizeres publicidade ou se fizeres mas não decides a campanha, o teu posicionamento será neutro.

     

  • Conselho 9: Como se interpretam os mapas de posicionamento?

  • Os mapas de posicionamento dizem-nos 2 coisas:

    • Os eixos, que são os atributos valorizados pelos compradores.
    • Como cada marca é entendida em relação a esses atributos.

    A pesquisa dá-nos os eixos mudos, ou seja, temos que interpretar o que eles significam.

    O que coloca a tua empresa numa determinada posição são as campanhas publicitárias, o que transmites sobre a marca, de forma explícita e implícita. Observando o que cada marca transmite nas suas campanhas e onde a posicionam os clientes, podemos interpretar os eixos.

    Dica: os eixos não se chamam X e Y, como é comum, chamam-se sim N e T por ser as iniciais de duas palavras que são os atributos.

    É fácil saber o que eles significam, observa a realidade e as campanhas.

     

    Os mapas de posicionamento com os eixos mudos, tal como acontece na realidade com um estudo realizado com a técnica de Escalas Multidimensionais, não métricas.

    Não se pode tomar uma boa decisão de posicionamento se não se souber o que valorizam os consumidores sobre o produto/serviço. No nosso cenário, são os atributos que os consumidores esperam dos produtos Protetor Solar e Creme Hidratante.

    O que os consumidores valorizam, os atributos, são o significado dos eixos do mapa de posicionamento.

    O mapa demonstra o que é valorizado e o que pensam sobre as marcas em relação aos valores.

    A empresa será valorizada pelos consumidores segundo o que a publicidade lhes transmita, uma mensagem explicita e implicita.

    As campanhas de publicidade (anexo no cenário) localizam a marca num lugar do mapa em relação aos eixos das coordenadas do mapa uma vez que transmitem uns atributos (explicitamente e implicitamente) que são os valorizados pelos consumidores (os eixos).

    O que se deve fazer é o mesmo processo que se faz na realidade, que é fácil e rápido. Ver o que transmite a nossa publicidade e como nos coloca no mapa, e em relação a todas as marcas que estão a competir no mercado.

    Analisado o que foi dito, se X é o que os consumidores valorizam, quanto mais longe este estiver da origem (o,o) e mais próximo do eixo, mais X será considerado pela marca. E o mesmo com o eixo / atributo Y.

  • Conselho 8: Linear – Exposição de Produtos nos Pontos e Venda

  • O linear tem a ver com a exposição do produto. Quanto mais esteja exposto, melhor. Mas, logicamente temos que propor ao retalhista uma percentagem da exposição, de linear. Se no ano passado a marca ficou com 20% do linear, não seria razoável que se peça a um retalhista 60%. A reação do retalhista a propostas “absurdas” será adversa.

    Temos que verificar o Estudio 9 que nos diz com que linear é que terminamos no final do ano.

    Temos que pedir lineares razoáveis à nossa situação. No nosso caso, com lineares muito pequenos posso pedir aumentos percentuais muito grandes e com lineares muito pequenos, aumentos pequenos.

    Um exemplo, a empresa fica com um linear de 5% e pode chegar a pedir 15%. Isto significa 300% de aumento. E com um linear de 50 pedir 60, significa 20%. O retalhista sabe que quanto mais tens, mais te custa crescer.Un ejemplo; la empresa se queda con un lineal del 5% y puede llegar a pedir un 15%. Esto es un 300% de incremento. Y con un lineal del 50 pedir el 60, esto es un 20%. El detallista sabe que cuanto más tienes más te cuesta crecer.

  • Conselho 7: Margem – As Receitas dos Retalhistas

  • A margem dos retalhistas é o que eles ganham. Em princípio, quanto maior margem melhor é para os retalhistas. Mas vamos a um exemplo: uma empresa da uma margem de 1 Euro e outra de 2 Euros.

    Parece que o retalhista prefere a empresa de 2 Euro, mas se a empresa que dá uma margem de 1 Euro vende 1.000 unidades e a empresa de 2 Euros vende 100, o retalhista tem muito mais lucro com a empresa que dá 1 Euro por unidade. Portanto, ele prefere a empresa que dá maior linear, a empresa de 1 Euro.

    À empresa de lhe dá mais receitas, o retalhista apoia-a com maior linear, com maior exposição de produtos. O retalhista sabe, e nós também, que quanto maior for a exposição, maior é a venda.

  • Conselho 6: Vender ou ganhar? Gerar valor!

  • Vender ou ganhar? O importante não é ter grandes rendimentos por ter muitas vendas. O importante é ter uma boa rentabilidade, ter um bom resultado da exploração do negócio.

    Ao fazer um plano podes ter vários objectivos, e todos podem ser interessantes, mas existe um que prevalece sobre todos os outros. É o objectivo de gerar valor, fazer algo que torne aquilo que produzes atractivo e que traga benefício aos teus clientes. Além disso, deves trazer valor aos accionistas (proprietários da empresa) e isso só conseguirás oferecendo benefícios.

    Nesta competição, foi te dado dinheiro para que o gerisses com o objectivo final de gerar valor. Deves ter em conta que o accionista podes ser tu mesmo. Tens que gerir as finanças, os recursos humanos, a produção e comercialização para obter rendimento e consequentemente gerar valor.

     

  • Conselho 5: Se não investigas, estás morto!

  • Investigar e analisar. Se não compras as investigações de mercado (estudos) não poderás saber o que se está a passar, o que fazem os teus concorrentes. Despende algum dinheiro (não é muito, em relação a outros gastos) e investiga. Se não o fizeres estarás perdido!

    Recordamos-te que no mundo empresarial existe a interferência, o que fazem os outros afecta-te e vice-versa. O ciclo de gestão empresarial é composto por 4 fases: Analisar, Planear, Executar e Controlar. Os resultados são importantes na fase de controlar mas se não fizeste investigação não terás dados para comparar… e assim o que controlas?

    Tens que te manter atento ao que fazem os teus concorrentes e aquilo que eles já conseguiram alcançar. Utiliza essa potente ferramenta que são os estudos de mercado pois a tua empresa não está só…

     

  • Conselho 4: Analisar é comparar

  • Analisa o que faz a concorrência e de que forma isso afecta a tua empresa. Compara o teu plano com os dos teus concorrentes. O ser humano passa a vida a comparar e a tomar decisões. Em gestão funciona da mesma forma.

    Dito de outra forma, fica atento ao que anda a fazer cada um dos teus competidores e o que está a conseguir alcançar com isso.

     

  • Conselho 3: Calcula a TON

  • A TON é a Tesouraria Operativa Necessária para poder levar a cabo o teu plano de gestão. É o dinheiro que a tua empresa tem disponível para poder tomar as decisões de gestão.

    É importante calcular os custos do teu plano de gestão e verificar se tens tesouraria suficiente. Caso não tenhas tens que ou pedir empréstimo bancário ou diminuir os teus custos. Se, por outro lado, tens excedentes de tesouraria podes fazer investimentos financeiros.

    Como posso calcular a TON? Tens todas as instruções no cenário na página 22.

     

  • Conselho 2: Calcula bem o preço

  • Se vendes um produto por um preço que está abaixo do que custa a sua produção e transporte, vais perder dinheiro. E se a estes custos acrescentares despesas gerais, amortização, comunicação… perdes ainda muito mais. Venderias algo por menos do que te custou a fazê-lo?

     

  • Conselho 1: Para que a tua empresa tenha êxito

  • O equilíbrio entre produção, marketing, finanças e recursos humanos é muito importante. Destas 4 áreas de decisão deves obter um retorno que irá beneficiar a tua empresa e todos os que com ela se relacionem: funcionários, fornecedores, accionistas e clientes. Se a tua empresa tiver sucesso, também a sociedade em geral irá beneficiar.

     

  • Lei anti “dumping”

  • Existe uma lei, conhecida como lei anti “dumping”, que dita que uma empresa não pode vender um produto abaixo do seu valor de custo de produção.

    O que o simulador faz é subtrair ao PVP a margem do retalhista. O resultado desta subtração tem que ser igual ou superior ao custo de produção. Se não for, estarás a fazer “dumping” e o simulador irá colocar automaticamente a margem do retalhista a “zero” e consequentemente não irás vender nada.

    O melhor mesmo é não infrigires a lei e fazeres uma boa gestão da tua empresa!

     

  • O princípio de interferência

  • O princípio de interferência consiste em que o que quer que outra empresa faça, irá afectar a tua e vice-versa. As decisões da Pepsi Cola afectam a Coca Cola, e vice-versa. Portanto estamos a lidar com um cenário no qual as decisões de uma empresa afectam a todas com que compete. Poderá afectar mais a uma dos que a outras, mas afecta a todas.

    Uma decisão de um plano empresarial não é bom nem má (em si mesma), é melhor ou pior em relação às decisões dos seus concorrentes.

    Há que ter isto em conta devido ao apurado nível de realismo do simulador que estás a usar, um MMT. As tuas decisões não são prejudicadas pelo simulador. Na realidade isto não ocorre, as decisões são valorizadas pelo mercado onde competem outras empresas.

    Aqui não competes com o simulador mas sim com outras empresas. Por exemplo: um salário de 100€ é alto ou baixo? uma margem de 5 cêntimos é boa ou má? Tudo depende do salário que pagam as empresas concorrentes e das margens que oferecem.

    Estás a ter a oportunidade de utilizar um excelente simulador no qual se reproduz a realidade, em que algo é melhor ou pior dependendo da concorrência. Competes contra as empresas tuas concorrentes porque as suas decisões interferem com a tua empresa e vice-versa. É isto o Principio de interferência.

     

  • Benefício e custo

  • Qualquer decisão na vida é tomada tento em conta estas duas variantes: o que posso obter e o que isso me vai custar. No mundo empresarial é igual,há que ter em conta o benefício que poderá trazer uma determinada decisão e o custo que isso terá.

     

  • Cenário Competitivo de “Ganho Zero”

  • O cenário, onde nos movemos, é de “ganho zero” (também chamado de “jogo de soma zero”). Isto significa que o que uma empresa vende a outra perde. Se compramos um produto de uma empresa, é porque deixamos de comprar a outra empresa do grupo. Se compramos um desodorizante Nivea, é um desodorizante que os concorrentes não irão vender.

    No simulador, o cenário é de ganho zero. O que vende uma empresa a outra deixa de vender. Esta é mais uma prova de que o princípio da interferência é cumprido neste simulador e torna o mercado verdadeiramente competitivo.

  • Quem sou eu?

  • Um(a) diretor(a) de uma empresa que tem que levá-la a bom porto!

    Para alcançares o sucesso terás que fazer bons planos, porém os planos das outras empresas que concorrem com a tua irão sempre interferir no futuro da tua empresa! Se gostas de emoções então estás no concurso certo pois como diretor de uma empresa vais certamente vivê-las.

  • Aqui terás todo o apoio necessário!

  • Quando começar o Young Business Talents, em novembro, terás aqui alguns bons conselhos para ajudar-te a dirigir a tua empresa. Quando começarmos não te esqueças de verificar de vez em quando este capítulo. Boa sorte e não te esqueças: é preciso chamar a sorte.

  • O que se faz com o simulador?

  • O mesmo que se faz no mundo real, o ciclo de gestão: Analisar – Planear – Executar – Controlar

    Deves analisar o “Cenário”. Daqui deve sair um plano que se introduz no simulador, que executa o teu plano. Depois, o teu plano e os dos teus concorrentes darão resultados. Isto é a fase de controlo.

    O simulador que irás utilizar é um MMT2, um dos simuladores mais completos, potentes e reais.

  • A assessoria está aqui para te ajudar

  • Quando o Young Business Talents começar, em Novembro, terás aqui excelentes conselhos para te ajudar a gerir a tua empresa. Quando iniciares, não te esqueças de consultar de vez em quando esta página para os ler. Boa sorte! E não te esqueças, para se ter sorte é  necessário chamá-la!

     

     

    Assuntos Organizativos

  • O que caracteriza a Semifinal?

  • Desta fase tão importante são selecionadas as emporesas que passam à Final Nacional que se celebrará no Porto e que será uma festa.

    Nas semifinais, o critério de criação de grupos foi o sistema suíço. Da Wikipédia: “O sistema suíço é um sistema de disputa criado pelo suíço Julius Muller no final do século XIX. Foi utilizado pela primeira vez em um torneio de xadrez em Zurique, na Suíça, o que deu ao sistema o seu nome. É hoje o sistema de disputa mais utilizado nos torneios oficiais de xadrez, squash, damas, go, bridge, scrabble, quiz bowl, gamão, Magic: The Gathering, EVE Online e outros jogos, onde jogadores ou equipes precisam ser colocados em pares, para enfrentarem-se entre si. Esse sistema tem a vantagem de permitir um grande número de participantes com um número pequeno e determinado de rodadas sem a necessidade de eliminar participantes. Segue o mesmo sistema de contagem de pontos do sistema todos contra todos, conhecido como Round robin.” https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_suíço

    A empresa que não faça pelo menos od planos 2 e 3, não poderá seguir em frente e utilizar o simulador, uma vez que será eliminada e sem direito a diploma.

    Parte-se sempre do 0, o que aconteceu nos quartos de final não influencia. Partimos com o mesmo balanço que está na página 3 do cenário. Mas cada equipa terá a sua pontuação acumulada.

    Esta fase é crucial , uma vez que as pontuações são muito mais altas do que nas fases anteriores. Podes verificar em Ferramentas/Materiais no documento Critérios de Pontuação. Se não te correu bem nas fases anteriores, podes levantar muito a tua pontuação para acederes à final.

  • A minha empresa não tem rendimentos, porquê?

  • Os rendimentos aparecem na conta de resultados como Vendas Totais. Se estão a “zeros” é possível que não tenhas decidido: preço, margem e linear. Se faltar um destes 3 dados não venderás nada e não terás rendimentos.

    A outra causa poderá ser não teres fabricado e não teres stock, pelo que não poderás vender.

    É importante olhar não só às unidades vendidas mas também às unidades procuradas e a procura que a tua concorrência tem. Existe no simulador um “estudo” que te permite obter essa informação.

     

  • Decisões imprescindíveis

  • Para que uma empresa venda num determinado canal é imprescindível introduzir decisões nos seguintes campos:

    1. Produção: há que introduzir o número de unidades e não “milhares” nem “milhões”. Por exemplo: se queremos fabricar 5 milhões de unidades, introduziriamos 5000000 (ao guardar o simulador coloca automaticamente os separadores de milhares);
    2. Preço: o PVP, preço de venda ao consumidor, em euros. O simulador não permite fazer “dumping” (vender abaixo do preço de custo). Por isso, o PVP introduzido deve ser maior do que o custo directo de produção mais a margem para o retalhista.
    3. Margem: a comissão do retalhista por vender o producto. Este dado também se introduz em euros, não é uma percentagem.
    4. Percentagem de linear: O espaço, em percentagem, que a empresa quer ocupar com os seus produtos no expositor do ponto de venda. Não é necessário introduzir o símbolo de percentagem, apenas o número.
    5. Comerciais: Se a empresa utiliza delegações e não introduz o número de comerciais e saldo fixo nos canais AS e AT, não venderá nestes canais.

    ATENÇÃO: Depois de introduzir os dados em qualquer secção do simulador, e antes de passar à próxima secção, deves salvar os dados clicando no ícone da disquete. Se os dados não forem salvos desta forma, os dados introduzidos não ficaram registados no simulador.

     

  • O que caracteriza os Oitavos de Final?

  • Nos Oitavos de Final começamos de novo com o mesmo balanço que está no cenário. Os resultados dos dezasseis avos de final não influenciam nada, não são tidos em conta.

    As empresas/equipas que estarão nesta simulação podem não ser alteradas. Mas se algumas das equipas tiverem sido eliminadas (por não tomarem decisões ou não participarem) então as equipas serão reagrupadas, mantendo sempre a regra de que as equipas da mesma escola continuam a competir entre si.

    Se queres saber com quem competes, consulta o documento “Simulaçoes e competidores: Oitavos de Final” disponível no menu O teu Presente > Ferramentas/Materiais.

    Sempre que se passa a uma nova fase, o passado não influência o futuro. Começamos sempre de novo.

     

  • Erros de forma

  • 1. Se houver um erro na introdução das decisões no simulador, o mesmo não poderá ser corrigido. Por exemplo, se uma equipa coloca 60 e a sua intenção era colocar 600, ficará mesmo 60 pois, uma vez concluído o prazo (dia e hora) para submissão dos planos, não poderão ser feitas alterações. Para evitar esta situação, deverás salvar cada introdução de dados, clicando no símbolo da disquete antes de passar à próxima decisão.
    2. Fechar sessão: É muito importante, especialmente se usares um computador público, que quando pretendes sair do simulador, feches a sessão correctamente. Para o fazer deves clicar em “Sair” no menu da interface e confirmar o teu desejo de sair quando a mensagem de texto para confirmar aparecer. Após estes passos, podes então fechar o browser.

     

  • Os dezasseis avos de final

  • Os dezasseis avos de final não pontuam, são considerados como um período de prova, de entretenimento e de contacto com a ferramenta.

    Estes, são constituídos por dois anos virtuais, logo, por dois planos. Quando iniciam os oitavos de final, tudo volta a zero. Nesta fase, o que se passou nos dezasseis avos de final é história, experiência, mas não tem influência no futuro.

    Parte-se do mesmo balanço com que se iniciou os dezasseis avos de final.

  • Sobre o uso do simulador

  • Podes utilizar qualquer navegador.
    O simulador é multisessão. Isto é, podes entrar nele sempre que queiras e alterar ou não alterar decisões. Podes fazer modificações na mesma sessão ou em sessões diferentes.
    O importante é que o conjunto de decisões esteja inserido na hora e no dia assinalados como máximo no teu Calendário. À hora marcada, o simulador fica bloqueado e já não se pode modificar nada. O que está é o que fica.
    Não te esqueças de introduzir todas as decisões do teu plano. Se, por exemplo, te esqueceres de introduzir a margem ou o linear dos retalhistas, não venderás nada, mesmo que tenhas decidido o preço.
    Em todas as janelas está o ícone de guardar, a disquete, faz clique nele antes de mudar de janela; caso contrário, tudo o que tenhas introduzido não ficará gravado.
    É necessário escrever as quantidades inteiras. Se queres produzir cem milhões de unidades de um produto, não vale por 100. É preciso por 100.000.000.

     

  • Critérios de agrupamento de equipas

  • Cada simulação é constituída por 5 empresas (5 equipas diretivas). Pode acontecer que haja somente 4. O critério para decidir que equipas irão estar em cada uma das simulações é:

    Nos dezasseis avos e oitavos de final, procura-se que, na mesma simulação, estejam equipas do mesmo estabelecimento de ensino. Além disso, procura-se que todas pertençam ao mesmo ano escolar. Qualquer agrupamento corresponde a estabelecimentos de ensino da mesma região.
    Nos quartos-de-final e na semifinal sorteiam-se à sorte todas as equipas da mesma região, podendo coincidir ou não do mesmo estabelecimento de ensino e/ou do mesmo ano escolar.

     

  • O primeiro passo para poder dirigir é saber onde te encontras

  • No menu “O teu Presente > Ferramentas / Materiais” do site YBT já se encontra disponível o Cenário.

    Trata-se de um documento informativo que deves ler e reler sempre que necessário, pois contém todas as questões que como diretor deverás conhecer para dirigir a tua empresa.

     

  • Quem pode participar no YBT?

  • Poderá participar no Young Business Talents qualquer aluno que esteja matriculado numa escola de ensino secundário ou técnico profissional, localizado em território português, e ter entre 15 a 21 anos de idade. Mas o mais importante é estares fortemente motivado para aprender, experimentar coisas novas, ter curiosidade e que queiras romper com o habitual na vida quotidiana! Esta é uma excelente oportunidade…Com o YBT levarás a prática das aulas, e descobrirás uma nova forma de aprender e de ensinar.

  • Posso participar sem um professor?

  • Sim, a tua equipa pode participar no Young Business Talents mesmo que não tenha um professor que acompanhe o uso do simulador.

    Não sendo obrigatório ter um tutor, recomendamos que cada equipa tenha um professor que possa dar algum apoio sempre que necessário pois é sempre bom poder contar com o apoio de pessoas com mais experiência e conhecimentos!

     

  • O que significa ser o “representante” de uma equipa?

  • Ser o representante da equipa não é nada complicado, é ser-se apenas mais um membro da equipa só que com um pouco mais de atenção a todas as comunicações por parte do YBT. O representante é a pessoa que inicia a inscrição da equipa e será a essa pessoa que serão enviadas todas as comunicações de email sobre a correcta, ou não, inscrição da equipa. No fundo, o representante é o interlocutor da equipa com a organização do YBT e tem apenas que estar habituado a utilizar e verificar frequentemente a sua caixa de correio.

  • Como se inscreve uma equipa?

  • Processo de inscrição de equipas:

    1. Em “O teu Futuro > Inscrições > Quero inscrever-me”, o representante da equipa introduz o seu email e o nome da equipa.
    2. Passado alguns minutos, o representante receberá um email com um link para preencher os seus dados e indicar os emails dos outros membros da equipa.
    3. Os membros da equipa vão receber um email para preencherem os seus dados e confirmar a sua participação.
    4. Quando todos tiverem confirmado, considera-se a equipa inscrita e receberão um email a confirmar o sucesso da sua inscrição com a chave de acesso ao simulador.
    5. No menu superior da página web do Young Business Talents, encontra-se o link de “Acesso ao Simulador”.
    6. A competição / acesso ao simulador terá início no dia 14 de Novembro.
  • Dúvidas, perguntas, observações…

  • Aqui, na ASSESSORIA, está quase tudo explicado mas também poderás encontrar informações úteis no QUADRO.
    Se quiseres colocar alguma questão podes fazê-lo através do Facebook ou por email: participants.pt@youngbusinesstalents.com
    No Facebook todas as questões devem ser colocadas em aberto, salvo quando se trate de assuntos muito pessoais (como passwords, componentes de equipas, …) que devem ser tratados por mensagem privada.

  • Posso entrar já no simulador?

  • Ainda não, terás que esperar até dia 13 de novembro.

    Mas é muito simples entrar, terás apenas que clicar sobre o menu “acesso ao simulador” que está na parte superior do site YBT e aceder utilizando a palavra-passe que recebeste por email quando te inscreveste. É nesse local que também poderás verificar a inscrição de todos os membros da tua equipa.